"Lebre Juvenil" aguarela e guache de 1502 por Albrecht Dürer.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
ALWAYS LOOK ON THE BRIGHT SIDE OF LIFE
Neste santo dia de reflexão e introspecção nada melhor do que ouver os Monty Python em “Always Look on the Bright Side of Life”. Retirado do filme A Vida de Brian.
E não esqueçam:
Life's a piece of shit
When you look at it
Life's a laugh and death's a joke, it's true.
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go
Just remember that the last laugh is on you.
PS: bem sei que este vídeo já foi publicado em 724842 blogues, mas ninguém disse que este cantinho da blogosfera primava pela originalidade.
terça-feira, 23 de março de 2010
VEDE: TIVE UM BREVE TEMPO NO QUAL LABUTEI E TRABALHEI
Um Requiem Alemão de Johannes Brahms, 5ª parte Ihr habt nun Traurigkeit (Agora estais em tristeza), soprano Christine Schafer, Coro da Rádio da Baviera, Orquestra Filarmónica de Munique sob a direcção de Christian Thielemann.
Apesar do nome uma obra dedicada à vida. Adelino, bem sei que gostarias de algo mais popular, mas aqui te deixo uma música que resistirá ao passar dos séculos. Companheiro, até sempre...
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3 comentários: Pode também comentar no Facebook Temas: Grande Música, pessoal Autor: Vítor I.quinta-feira, 4 de março de 2010
HISTÓRIA COM MÚSICA
Aproveitando o facto do Google comemorar o aniversário de Antonio Vivaldi divulgo hoje a História da Música Erudita Ocidental.
Apesar do nome pomposo trata-se apenas de um resumo (ou duma cábula, como já lhe chamou uma leitora) dos principais estilos, escolas e compositores. Dirão alguns que a história não se pode colocar em compartimentos estanques, que faltam compositores importantes, que existem na lista movimentos sem importância tendo outros sido esquecidos: terão muita razão pois não sou especialista em nada e muito menosem música. Porém , depois de muito vasculhar a Internet em várias línguas, nada encontrei que conseguisse transmitir uma ideia clara sobre a transformação da Grande Música ao longo dos séculos. Por tudo isso decidi pôr mãos à obra e ajudar aquelas pessoas que pensam que Vivaldi (que vivia no "tempo dos reis") foi contemporâneo de Verdi.
Neste momento estou ainda a colocar exemplos musicais do YouTube, sempre que possível com vídeos "oficiais", caso contrário ignoro eventuais violações de direitos autorais por parte de quem postou obras protegidas, o valor educativo justifica-o. Sugiro desde já a audição da entrada sobre os trovadores, poderão constatar que há 9 séculos já todos os truques da "moderna" música popular tinham sido inventados.
Claro que os leitores com sentido prático e que pensam "nos números" – aquele tipo de gente que constantemente usa o adjectivo "assertivo" – se vai interrogar de quais as vantagens em perder de tempo com estas inutilidades. Eu respondo: se há coisa que aprendi com o mendigo que ouvia a Antena 2 (onde andará ele?) é que a Arte se pode considerar um género de primeira necessidade.
P. S. Se encontrarem erros ou tiverem sugestões usem a esquecida "caixa" de comentários; qualquer um o pode fazer, seja leitor habitual ou não, de forma anónima ou não, tenha um blogue ou não, tenha o privilégio de conhecer o autor deste blogue com ele trabalhando frente a frente ou não.
Apesar do nome pomposo trata-se apenas de um resumo (ou duma cábula, como já lhe chamou uma leitora) dos principais estilos, escolas e compositores. Dirão alguns que a história não se pode colocar em compartimentos estanques, que faltam compositores importantes, que existem na lista movimentos sem importância tendo outros sido esquecidos: terão muita razão pois não sou especialista em nada e muito menos
Neste momento estou ainda a colocar exemplos musicais do YouTube, sempre que possível com vídeos "oficiais", caso contrário ignoro eventuais violações de direitos autorais por parte de quem postou obras protegidas, o valor educativo justifica-o. Sugiro desde já a audição da entrada sobre os trovadores, poderão constatar que há 9 séculos já todos os truques da "moderna" música popular tinham sido inventados.
Claro que os leitores com sentido prático e que pensam "nos números" – aquele tipo de gente que constantemente usa o adjectivo "assertivo" – se vai interrogar de quais as vantagens em perder de tempo com estas inutilidades. Eu respondo: se há coisa que aprendi com o mendigo que ouvia a Antena 2 (onde andará ele?) é que a Arte se pode considerar um género de primeira necessidade.
P. S. Se encontrarem erros ou tiverem sugestões usem a esquecida "caixa" de comentários; qualquer um o pode fazer, seja leitor habitual ou não, de forma anónima ou não, tenha um blogue ou não, tenha o privilégio de conhecer o autor deste blogue com ele trabalhando frente a frente ou não.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
MANUCURE (FINALMENTE)
Manucure
Na sensação de estar polindo as minhas unhas,
Súbita sensação inexplicável de ternura,
Todo me incluo em Mim – piedosamente.
Entanto eis-me sozinho no Café:
De manhã, como sempre, em bocejos amarelos.
De volta, as mesas apenas – ingratas
E duras, esquinadas na sua desgraciosidade
Boçal, quadrangular e livre-pensadora...
Fora: dia de Maio em luz
E sol – dia brutal, provinciano e democrático
Que os meus olhos delicados, refinados, esguios e citadinos
Não podem tolerar – e apenas forçados
Suportam em náuseas. Toda a minha sensibilidade
Se ofende com este dia que há-de ter cantores
Entre os amigos com quem ando às vezes –
Trigueiros, naturais, de bigodes fartos –
Que escrevem, mas têm partido político
E assistem a congressos republicanos,
Vão às mulheres, gostam de vinho tinto,
De peros ou de sardinhas fritas...
(..)
Leia o poema completo na Biblioteca AdC.
Finalmente um dos poemas mais geniais do Século XX chega ao Abaixo de Cão.
Trata-se de "Manucure" de Mário de Sá-Carneiro publicado em 1915 e cujos efeitos tipográficos tentei reproduzir o mais fielmente possível. Recorri a várias fontes na Internet e não me venham falar em direitos de autor pois toda a obra do poeta se encontra no Domínio Público.
Na sensação de estar polindo as minhas unhas,
Súbita sensação inexplicável de ternura,
Todo me incluo em Mim – piedosamente.
Entanto eis-me sozinho no Café:
De manhã, como sempre, em bocejos amarelos.
De volta, as mesas apenas – ingratas
E duras, esquinadas na sua desgraciosidade
Boçal, quadrangular e livre-pensadora...
Fora: dia de Maio em luz
E sol – dia brutal, provinciano e democrático
Que os meus olhos delicados, refinados, esguios e citadinos
Não podem tolerar – e apenas forçados
Suportam em náuseas. Toda a minha sensibilidade
Se ofende com este dia que há-de ter cantores
Entre os amigos com quem ando às vezes –
Trigueiros, naturais, de bigodes fartos –
Que escrevem, mas têm partido político
E assistem a congressos republicanos,
Vão às mulheres, gostam de vinho tinto,
De peros ou de sardinhas fritas...
(..)
Leia o poema completo na Biblioteca AdC.
Finalmente um dos poemas mais geniais do Século XX chega ao Abaixo de Cão.
Trata-se de "Manucure" de Mário de Sá-Carneiro publicado em 1915 e cujos efeitos tipográficos tentei reproduzir o mais fielmente possível. Recorri a várias fontes na Internet e não me venham falar em direitos de autor pois toda a obra do poeta se encontra no Domínio Público.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
AJUDAR SIM, MAS...
Quem quiser ajudar as vítimas da tragédia da Madeira pode consultar nesta página do Público como o deve fazer, porém deve ter muito cuidado com as mensagens de correio electrónico que já por aí circulam e que contêm NIB's "falsos".
Não esquecer também que o Portugal e a União Europeia possuem mecanismos de apoio no caso de catástrofes naturais, se bem utilizados são mais que suficientes.
P. S. anunciou o Público que não iria aplicar para já o Acordo Ortográfico, no caso presente parece que não é assim... (mesmo sendo um apoiante da mudança não deixo de estranhar a nova grafia).
Não esquecer também que o Portugal e a União Europeia possuem mecanismos de apoio no caso de catástrofes naturais, se bem utilizados são mais que suficientes.
P. S. anunciou o Público que não iria aplicar para já o Acordo Ortográfico, no caso presente parece que não é assim... (mesmo sendo um apoiante da mudança não deixo de estranhar a nova grafia).
AI É TÃO GIRO EU DIZER A TODOS OS TERRÁQUEOS ONDE ESTOU!
Quando se fala em defender a privacidade muita gente encolhe os ombros afirmando que isso só afecta quem tem algo a esconder.
Apesar de muitos internautas efectuarem acções de duvidosa legalidade (... torrents, anyone?), existem os outros que se julgam imunes e por isso devem reflectir sobre as últimas tendências nas redes sociais. Aconselho a leitura deste artigo no Betanews (em inglês) e mais não digo.
Apesar de muitos internautas efectuarem acções de duvidosa legalidade (... torrents, anyone?), existem os outros que se julgam imunes e por isso devem reflectir sobre as últimas tendências nas redes sociais. Aconselho a leitura deste artigo no Betanews (em inglês) e mais não digo.
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Nenhum comentário: Pode também comentar no Facebook Temas: preciosa privacidade Autor: Vítor I.domingo, 14 de fevereiro de 2010
COLORGRAPHIA LXXII (too obvious for today, I know...)
Antoon van Dyck (1599-1641). "Cupido e Psique" 1639-40, óleo sobre tela, 199,4 x 191,8 cm. Royal Collection, Windsor, Reino Unido.
Godfried Schalcken (1643-1706). "Amantes Iluminados por uma Vela" 1665-70, óleo sobre madeira, 20 x 14 cm. Musée du Louvre, Paris.
Vincent van Gogh (1853-1890). "Arles - Dois Amantes" (Fragmento de uma pintura que o pintor rejeitou) 1888, óleo sobre tela, 32.5 × 23 cm. Musée d'Orsay, Paris.
Gustav Klimt (1862-1918). "Der Kuß" (O Beijo) 1907-1908, óleo sobre tela, 180 × 180 cm. Österreichische Galerie, Viena de Áustria.
Egon Schiele (1890-1918). "Die Umarmung" (O Abraço) 1907-1908, óleo sobre tela, 100 × 170 cm. Österreichische Galerie, Viena de Áustria.
Ernst Ludwig Kirchner (1880-1938). "Großes Liebespaar" (Grandes Amantes) 1930, óleo sobre tela, 151 x 112 cm. Museu Kirchner em Davos, Suiça.
Para ti, Vera
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
PHOTOGRAPHIA XXXIII - ATGET (encore)
Rue de Viarmes coté de la rue Vannes (1e), 1907. Impressão sobre albúmen 21,5 x 17,7 cm.
Versailles, coin de parc, 1902. Impressão sobre albúmen 21.8 x 17.5 cm.
Regressa a este blogue a genial imperfeição de Eugène Atget. Sobre o fotógrafo amante de Paris talvez um dia aqui se publique um texto com princípio, meio e fim...
Ligações:
Atget on Wikipedia
Atget - Wikipédia en français
Atget collection at George Eastman House
Le fonds Atget sur Gallica
Atget no Flickr
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
PRODUTIVIDADE, PRODUTIVIDADE, PRODUTIVIDADE
Como o único problema do país é a baixa produtividade há que fazer como "lá fora". Por cá já muitas empresas tomaram o rumo certo, mas todas (grandes, médias, piquenas e micro) terão de agir da mesma forma para a Economia crescer.
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